Casos de dengue e chikungunya mantêm município em baixo risco, aponta boletim epidemiológico

O município de Pato Branco segue classificado em baixo risco para arboviroses, de acordo com o Boletim Epidemiológico nº 05, divulgado pela Divisão de Vigilância Epidemiológica e pelo Departamento de Vigilância em Saúde. O levantamento considera o período de 1º de janeiro a 9 de fevereiro de 2026 e tem como fonte o sistema Dengue Online.

Dengue registra 192 notificações em 2026

Segundo o informe, 24 casos de dengue foram notificados no município em 2026. Desse total, 16 casos foram confirmados, todos autóctones, ou seja, contraídos dentro do próprio município. Não houve registro de óbitos pela doença no período analisado. O Índice de Infestação Predial (IIP) está em 0,2%, valor que se enquadra na faixa de 0 a 1%, considerada de baixo risco para transmissão da dengue.

Os bairros com casos confirmados de dengue são:

  • Planalto (3)
  • Vila Esperança (2)
  • Sudoeste (2)
  • Pinheirinho (2)
  • Cristo Rei (2)
  • Centro (2)
  • São Roque do Chopim (1)
  • São Cristóvão (1)
  • Santa Terezinha (1)
  • Parzianello (1)
  • Menino Deus (1)
  • Industrial (1)
  • Bortot (1)
  • Alvorada (1)

Chikungunya tem casos notificações

Em relação à chikungunya, o boletim aponta 14 notificações, com dois casos confirmados, sendo um autóctone. Assim como na dengue, não há registro de óbitos pela doença em 2026 no município. Os casos confirmados de chikungunya foram identificados nos bairros:

  • Novo Horizonte (1)
  • Centro (1)

O índice de infestação também permanece em 0,2%, mantendo a classificação de baixo risco .

Vigilância reforça prevenção e monitoramento

Apesar do cenário epidemiológico controlado, a Vigilância em Saúde reforça que a manutenção do baixo risco depende da eliminação contínua de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor das arboviroses. A população pode entrar em contato com a Vigilância Ambiental pelo telefone (46) 3213-1721 para orientações ou denúncias de possíveis focos do mosquito. As autoridades alertam que, mesmo com índices favoráveis, o monitoramento permanece essencial, especialmente em períodos de calor e chuvas, que favorecem a proliferação do vetor.

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