Verão seguro: atenção redobrada com crianças em piscinas e praias evita acidentes e infecções

Com a chegada das altas temperaturas, famílias buscam atividades ao ar livre para refrescar as crianças, especialmente em piscinas, rios e praias. No entanto, o lazer pode rapidamente se transformar em perigo quando cuidados básicos não são observados. Além dos riscos de afogamento, exposições prolongadas à água e ao sol podem favorecer infecções de ouvido, pele e olhos, além de problemas gastrointestinais. Nesta época do ano, a supervisão ativa é o ponto mais importante. As crianças nunca devem ficar sozinhas na água, nem por alguns segundos. A presença de um adulto atento, próximo e preparado para agir é a principal medida de prevenção. Boias e brinquedos ajudam na diversão, mas não substituem a vigilância humana. Mas além disso, há outros cuidados que o verão exige e os pais e familiares devem ficar atentos.

De acordo com a pediatra e docente do curso de Medicina da Afya Centro Universitário de Pato Branco, Renata de Carvalho Kuntz, outros cuidados também são importantes. “Como a higiene, por exemplo, fundamental especialmente em ambientes de grande circulação de pessoas”, afirma a médica. Isso porque neste período do ano é comum vermos casos de otite, conjuntivite e infecções de pele após longos períodos em piscinas ou mares. “Enxaguar o corpo e rosto com a água limpa depois do banho, secar bem os ouvidos e evitar compartilhar toalhas são algumas atitudes simples que podem reduzir problemas como este”, comenta a Dra. Renata da Afya Pato Branco.  Outro ponto de alerta é o risco de ingestão de água contaminada, que pode causar diarreias e desconfortos gastrointestinais.

A pediatra lembra ainda da importância da proteção solar adequada. “O ideal é aplicar o protetor de forma generosa, reaplicar a cada duas horas ou após entrar na água e apostar em acessórios como camisetas com proteção UV e chapéus. A pele das crianças é mais sensível e queima com muito mais facilidade”, observa a médica pediatra.

Para garantir um verão tranquilo, identificar previamente locais com presença de salva-vidas, checar a profundidade das piscinas, orientar as crianças sobre limites seguros e, no caso dos pequenos que ainda não sabem nadar, investir em aulas de iniciação aquática ao longo do ano. Com informação e cuidado, é possível aproveitar o calor sem sustos. A prevenção é sempre o melhor caminho para manter as crianças seguras e saudáveis”, conclui a pediatra e docente do curso de Medicina da Afya Centro Universitário de Pato Branco, Dra. Renata Kuntz.

Da assessoria

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