A vereadora Anne Gomes trouxe à pauta preocupações com o funcionamento da farmácia popular e as barreiras enfrentadas por idosos e pessoas com deficiência para obter medicamentos. Ela relatou o caso de uma idosa de 65 anos que levou sua mãe, de 86 anos, para retirar medicações e enfrentou uma série de obstáculos: exigência de duas receitas assinadas, dificuldade de assinatura por limitações físicas, tentativa frustrada de lavrar procuração em cartório e cobrança de R$ 145 para atendimento domiciliar, além da exigência de atestado médico para que o serviço fosse realizado — algo inviável pela dificuldade de marcar consulta.
Segundo Anny, apesar da promessa do prefeito de entregar medicamentos em casa, isso não vem ocorrendo. Ela ressaltou que, na farmácia popular, a receita deve ser renovada a cada seis meses, enquanto na farmácia municipal a renovação é anual, o que exige um olhar mais atento para a logística e acessibilidade do serviço. A vereadora também destacou a falta de pessoal para atendimento mais humanizado, citando o caso em que um funcionário não pôde se deslocar até um carro para colher assinatura devido à escassez de servidores.
Chamado à Ação e à Humanização
A Farmácia popular, Anne pediu que o governo adapte procedimentos às necessidades dos cidadãos, especialmente dos mais vulneráveis, lembrando que o município ostenta o título de “Cidade Amiga da Pessoa Idosa”. Para ela, ser de fato uma cidade amiga significa oferecer dignidade, acessibilidade e atendimento humanizado, o que demanda ajustes constantes conforme as demandas da população evoluem.

Mais
Município assina Ordem de Serviço para pavimentação asfáltica em nove bairros
IAT tem que cobrar tarifa de todos os produtores rurais que utilizam água de rios
Vereadora Anne Gomes destaca erro administrativo, participação em eventos estaduais e ações em defesa das mulheres