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Um ano de conquistas históricas projeta ano de sonhos realizados

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A recente contratação de três atletas norte americanos para o Pato Basquete materializa mais uma etapa do sonho iniciado nas décadas de 80 e 90, quando Urso e Belmar eram figuras icônicas do esporte e deixaram admiradores que acreditam no potencial que o município tem, inclusive para disputas de relevância nacional. 

O ano de 2018 foi o melhor da história do basquete de Pato Branco. E 2019 reserva grande esperança com a contratação do armador Andre Walker; do pivô Arkim Martin Robertson; do ala Isaac Thornton que chegarão no dia 6 de janeiro, dos Estados Unidos, para testes físicos e médicos e, tudo transcorrendo bem, ingressarão no Pato Basquete. São atletas da G League - Liga Oficial de Desenvolvimento da NBA nos Estados Unidos reforçando o plantel liderado pelo técnico Carlos Magno, tendo como contratados o armador Alexandre Pinheiro, com experiência em NBB e atual vice-campeão da Liga Ouro; o ala Rafael Castellon com passagens por equipes de NBB e Liga Ouro; o ala/armador Paulinho Bahia, que foi Seleção Brasileira de Base; o jovem e promissor pivô Caio Guilherme, de 2,13 metros de altura, sem contar as renovações dos pivôs Eric Soares e Leandro Cruz e dos alas Deric Mineiro e do prata da casa Lucas Moreno.

A formação de uma equipe competitiva tem objetivos claros: chegar em até cinco anos na elite do basquete nacional (NBB - Novo Basquete Brasil), considerada a Série A do esporte que tem parceria com a NBA, a maior Liga do Mundo. Para chegar a materialização do sonho Pastorello e companheiros sabem que a jornada de 2019 é dura e desafiadora: buscar estar entre os dois primeiros colocados da Liga Ouro que dá acesso a NBB. Para isso o Pato Basquete disputará partidas com equipes de renome como a do São Paulo Futebol Clube; Rio Claro (Duas vezes Campeã Brasileira), Unifacisa, da Paraíba; Londrina e Campo Mourão do Paraná, Blumenau e Basquete Cerrado de Brasilia.

Pastorello comenta que o nível de exigência é intenso para estar na elite do Basquete. "Os responsáveis têm um check-list de qualidade que, para ter uma ideia, analisa até mesmo a correta calibragem das bola

História

A materialização do sonho é possível pela visão de pessoas que amavam a prática do Basquete e percebiam que, com a integração de entidades e de esforços seria possível virar o jogo. Foi o que liderou o empresário Marcelo Pastorello, que preside o Pato Basquete. "Dos tempos de AABB, quando jogávamos, partimos para integrarmos apaixonados pelo esporte e fazer acontecer", conta ele lembrando que gerações diferentes se uniram e o apoio da comunidade chamou atenção, resultando em pelo menos 500 sócios para o Pato Basquete que conta, inclusive, com novo estatuto e o sonho de dobrar esta quantidade.

Marcelo Pastorello, Belmar Ramos Júnior, Robson Machado, Joanes Pasini, Darlan Busatto, Daltro Piasecki e outros admiradores do esporte queriam o basquete mais forte em 2017. Formaram a comissão técnica com profissionais com experiência na área esportiva, entre eles: Carlos Magno, técnico; Belmar Ramos, fisiologista; Urso, Supervisor; Edenilson Betiol, médico ortopedista; Willian Araújo, fisioterapeuta; Mônica Tonial, psicóloga e Maurício Fazolo, jurídico.

Marcelo conta que foram trabalhadas as categorias de base com a participação do técnico Carlos Magno e dos professores Lucas Moreno, Eliane Giacomel e Márcio Kloss Ferreira, que têm a meta de chegar a 200 crianças praticando o esporte nas categorias sub 17, 15 e 13. Ele lembra que no Sesc Guilherme Granzotto também desenvolve ótimo trabalho com alunos de 5 a 8 anos.

"Queríamos formar um time competitivo e referência. Foi quando o Carlos Magno trouxe atletas de confiança e reforços como o norte americano Kevin Phillips, além de atletas bate-volta (Se referindo aos que não residiam em Pato Branco) e talentos da casa."

A equipe principal surpreendeu. Obteve, entre outras conquistas em 2018: Primeiro lugar na fase final dos Jogos Abertos do Paraná - Divisão B; 4º lugar nos Jogos Abertos (A); vice-campeão paranaense, perdendo para a tradicional equipe de Ponta Grossa; 3º colocado no Sul Brasileiro não se classificando para as finais pela insignificante diferença de três pontos, contra o Blumenau que disputou a última Liga Ouro; 3º lugar na Super Copa do Brasil de Basquete.

A resposta do público nas partidas chamou atenção dos dirigentes que perceberam que seria possível sonhos mais altos, mas, para tal, seria necessário um bom ginásio esportivo, algo que foi providenciado no Sesi/Senai, com o apoio do vice-presidente da Fiep, Cláudio Petrycoski e do superintendente do Sesi, José Antônio Fares. "O Cláudio Petrycoski, além de conseguir o apoio do Sesi/Senai apoiou diretamente na estruturação do Ginásio, algo que nos leva a agradecer e reconhecer a importância dele nesta conquista", explica Marcelo Pastorello.

O Pato Basquete busca mais patrocinadores e apoiadores e, entre as principais colaborações com patrocínio destacam-se: GP Distribuidora, Farmácia Sudoeste, Sicredi, Kepler Advogados Associados, Limber e, por último, Atlas Eletrodomésticos na estruturação do Ginásio Esportivo Sesi/Senai que servirá de base para as disputas, estando ao nível dos melhores ginásios do país.

A Liga Ouro tem previsão de início em Fevereiro, com a programação devendo ser divulgada ainda nesse mês.

Da assessoria

 


 
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